Na Mídia


Cpi_da_corrupção_-_onyx_-_eu_apoio

18/08/2011

É hora de nos mobilizarmos CPI DA CORRUPÇÃO JÁ

» leia na íntegra



Fotos



Dsc_0029-a

02/12/2011

Deputado Onyx entrega de Emenda Parlamentar para o Vice-Prefeito de Gravataí, Francisco Pinho (Foto: Paulo Dias)

» confira




Twitter Orkut Facebook Flickr Youtube RSS

Notícia

 

PT cobra pedágio, diz Onyx Lorenzoni   ( 05/05/2010 )

2010-05-05-jornal_liderança106capa

A turma de peso dos mensaleiros do PT tem mais uma chance de explicar o envolvimento dos seus altos dirigentes com o escândalo da Cooperativa Nacional dos Bancários (Bancoop) na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle. Na reunião realizada em 14 de abril, foi postergada a apreciação do Requerimento 322/10, que pede audiência pública para discutir as possíveis ligações entre a Bancoop e o Mensalão do PT. A medida volta a ser apreciada hoje (5). “Nós, dos Democratas, temos tranquilidade para discutir corrupção. Quando identificamos qualquer sinal de má conduta dos nossos filiados, tiramos do convívio. Mas onde estão os mensaleiros do PT?

Ocupando cargos importantes, gerenciando e administrando no poder público”, diz o vice-líder do Partido, Onyx Lorenzoni (RS), que subescreveu o requerimento do líder democrata Paulo Bornhausen (SC). Onyx defende o debate direto com o que chama de “turma do lado de lá”. “Não sou eu quem diz: foi o promotor José Carlos Blat quem afirmou veementemente que os dirigentes da Bancoop - a começar por Vaccari, que a presidiu de 2005 a fevereiro passado - sangraram os cofres da cooperativa em benefício próprio e também para fomentar campanhas políticas do PT.

O cálculo é de que o rombo seja da ordem de R$ 100 milhões”, indigna-se.Os democratas querem ver frente a frente um time de peso: Roberto Jefferson, Valdemar da Costa Neto, Fernando Pimentel, José Dirceu, Marcos Valério, João Vaccari Neto, Lúcio Funaro, Silvio Pereira e o ex-procurador-geral da República Antônio Fernando de Souza. “O tesoureiro do PT, João Vaccari, cobra pedágio. AProcuradoria-Geral da República já revelou que 12% era o número do tesoureiro, o valor que ele fixava como comissão para quem estivesse interessado em se associar ao partido para saquear os cofres públicos. Isso não pode e nem vai passar despercebido”, conclui Lorenzoni.



Confira também as outras notícias em destaques



Deixe seu comentário